Manutenção Preditiva


A competitividade resultante da globalização trouxe um grande impacto na forma como as empresas são administradas. Hoje o mercado é quem dita o preço de diversas mercadorias e consequentemente o lucro passa a ser determinado pela eficiência do processo de fabricação. Possivelmente nunca houve tanta pressão para redução de custos de produção como atualmente.

Em busca de maior eficiência, as empresas reviram seu processo produtivo investindo pesadamente em automação e também em outras de maneiras de reduzir custos de produção.

Em função deste contexto a administração da manutenção também mudou dramaticamente. 
Há 50 anos começou-se a se discutir os ganhos da manutenção preventiva em relação à manutenção corretiva. A desvantagem da manutenção preventiva reside no fato de que custa muito caro manter um alto estoque de peças de reposição. Há 20 anos algumas empresas implementaram a técnica de Manutenção Preditiva no Brasil, ou seja, a manutenção baseada no estado da máquina, também conhecida no exterior como "Condition Based Maintenance".

Foram desenvolvidas técnicas avançadas para detectar o desgaste de componentes de máquinas antes que estes viessem a quebrar e portanto comprometer uma linha inteira  de produção. Estima-se que os ganhos em relação à manutenção Preventiva cheguem a 50%, mas acreditamos que no Brasil estes ganhos sejam maiores pois o custo financeiro para manutenção de estoques no país é maior do que em países desenvolvidos.
As técnicas mais conhecidas para manutenção preditiva são: coleta e análise de vibrações, ferrografia (análise de partículas em óleo lubrificante) e termografia (medição do espectro de temperatura).

A Signalworks trabalha ativamente oferecendo produtos como coletores de dados com recursos para balanceamento em campo, softwares de análise de resultados e dignóstico de máquinas, acelerômetros e monitores de vibração e instrumentos para laboratório de ferrografia.

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